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Como a crise da Covid-19 impactou o mercado

O coronavírus mudou completamente a realidade do mundo. Nova York, conhecida como “a cidade que nunca dorme”, parou. Apesar de ter milhões de habitantes, suas ruas ficaram desertas. Todos os sonhos e projetos idealizados pela população mundial foram adiados. Tudo precisou ser adaptado, repensado ou prorrogado e, mesmo com todos os protocolos criados para diminuir a propagação do vírus, houveram mais de 4 milhões de mortes globais. Um exemplo prático que envolve a população mundial são as Olimpíadas de Tóquio, que aconteceriam em 2020 e foram transferidas para 2021. O mundo fez parte desse terrível cenário e o Brasil não esteve de fora dessa tragédia.

Covid-19 e o Mercado brasileiro

Destacando o impacto do Covid-19 no mercado brasileiro, percebe-se que ele tem afetado todos os setores. Estudos apontam que muitas empresas passaram, e tem passado, por dificuldades durante esse período. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE -4 em cada 10 empresas fecharam devido a pandemia. Ao observar um dos setores mais prejudicados pela crise do coronavírus, o setor de serviços, percebe-se que, apesar de ter tido uma queda muito grande está conseguindo se recuperar. De acordo com os indicadores da pesquisa mensal de maio de 2021 apresentada pelo IBGE, o volume de serviços no Brasil tem registrado expansão e se encontra levemente acima do patamar de fevereiro do ano passado. O gráfico abaixo se encontra na página 16 da pesquisa mencionada e demonstra esse cenário claramente.

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria.

Apesar dessa ascensão, é importante que todos que possuem um negócio estejam atentos às mudanças de comportamento causadas pela pandemia e analisem como isso pode afetar suas empresas. Um estudo realizado pela Confederação Nacional da Industria – CNI – e pelo Instituto FSB Pesquisa sobre o consumo dos brasileiros na etapa pós-isolamento, demonstrou que a aquisição de produtos de higiene e de limpeza possuem projeções econômicas que indicam crescimento. Dessa forma, pode-se inferir que é possível que as pessoas se tornem mais exigentes quanto às questões higiênico-sanitárias em todas as áreas da vida.

Portanto, é imprescindível que os estabelecimentos, principalmente relacionados aos setores alimentícios, estejam preparados. Uma forma de se adaptar a essa nova realidade é por meio do serviço de Boas Práticas de Fabricação, ou BPF.

Contornando os riscos da pandemia

O Manual de Boas Práticas é obrigatório pela Anvisa e qualquer estabelecimento que realize manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo, deve possuí-lo. Além de trazer vantagens para a produção como a redução de desperdícios, melhora na qualidade e vida útil do produto, se o estabelecimento não o possui, fica sujeito à: advertências, interdições e multas que vão de R$ 2.000,00 à R$ 75.000,00 nas infrações leves, sendo que as gravíssimas, podem chegar a R$ 1.500.000,00.

Ficou interessado em saber mais sobre o Manual de Boas Práticas de Fabricação? Se você se preocupa com a saúde do consumidor, deseja estar dentro das normas da Anvisa e seguro quanto às possíveis multas, entre em contato com a gente e faça um orçamento para a sua empresa!

Texto escrito pela Consultora Natália Alcantara!